Esse blog será um espaço onde poderemos ler,interagir e nos manter informados e em dia com os fatos relevantes no mundo todo. Através dessa ferramenta, estaremos complementando o projeto" Lendo e Interagindo" construído no curso de Pós:TICEF oferecido pela UFJF/Pólo Durandé M.G,pelas alunas Fernanda Camargo da Silva e Telma Marília Feitosa Spínola. O blog será projetado pelas alunas citadas acima e pelos alunos do projeto"Primeiros Cliques",mantido pela renomada UFJF.
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Deus fez a terra e o mar O céu e o sol pra brilhar Eu e você e o amor pra gente se amar A chuva que molha o chão a força dessa paixão Que alimenta o teu e o meu coração E mandou vc pra mim sonho que não vai ter fim Te amo, te quero, pra sempre Nosso amor é lindo demais E a mágica do prazer Me prende a você Que tanto bem me faz, que mais posso querer? Deus fez a terra e o mar O céu e o sol pra brilhar Eu e você e o amor pra gente se amar A chuva que molha o chão a força dessa paixão Que alimenta o teu e o meu coração E mandou vc pra mim sonho que não vai ter fim Te amo, te quero, pra sempre Nosso amor é lindo d
O céu e o sol pra brilhar
Eu e você e o amor pra gente se amar
A chuva que molha o chão a força dessa paixão
Que alimenta o teu e o meu coração
E mandou vc pra mim
sonho que não vai ter fim
Te amo, te quero, pra sempre
Nosso amor é lindo demais
E a mágica do prazer
Me prende a você
Que tanto bem me faz, que mais posso querer?
Deus fez a terra e o mar
O céu e o sol pra brilhar
Eu e você e o amor pra gente se amar
A chuva que molha o chão a força dessa paixão
Que alimenta o teu e o meu coração
E mandou vc pra mim
sonho que não vai ter fim
Te amo, te quero, pra sempre
Nosso amor é lindo demais
E a mágica do prazer
Me prende a você
Que tanto bem me faz, que mais posso querer? (2X)
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Histórias em Quadrinhos
ANÁLISE DA HISTÓRIA EM QUADRINHOS
A HQ a ser analisada narra um episódio da Turma da Mônica, personagens de Mauricio de Sousa que, segundo Eguti (2001), foram inspirados em sua filha mais velha e em sua turminha de amigos. Essa turminha é constituída pelos personagens Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali entre outros, e estão na idade pré-escolar por volta dos sete anos de idade.
A história escolhida é constituída de 72 quadrinhos e 11 capítulos e se intitula “Cebolinha em o novo plano” e narra o que Cebolinha planeja para enfrentar Mônica e sua força. A partir das teorias abordadas, serão descritas, em alguns quadrinhos dessa história, algumas características da língua falada, assim como os elementos das HQs que auxiliam na compreensão da narrativa. A análise concentra-se nas características do texto falado encontradas no texto escrito da HQ, sendo que os desenhos só foram considerados à medida que contribuíram com os aspectos da oralidade complementando o significado do texto escrito.
Observa-se nos dois primeiros quadrinhos do capítulo 2, a fala de Cebolinha: “É isso aí!!...” que é uma expressão tipicamente oral e que dentro da narrativa, indica uma afirmação de Cebolinha quanto ao medo que Mônica tem do tamanho de seu amiguinho. Ela não acredita no que está ouvindo e grita: “NÃO DIGA!! NÃO! NÃO!”. Sua fala é grafada em negrito e letras maiúsculas para indicar seu tom de voz elevado. Nessa fala, nota-se uma atividade de formulação, devido à repetição da palavra “não”. A repetição, segundo Fávero et al. (1999), é a reprodução de segmentos anteriores duas ou mais vezes, motivados por fatores de ordem interacional, cognitiva e textual. Nessa fala, Mônica utiliza a repetição como uma reação às ameaças de Cebolinha, portanto, trata-se de um fator de ordem interacional.
No segundo quadrinho, Cebolinha finalmente revela seu plano: “Eu estou fazendo natação!!” e Mônica desesperada grita: “NÃAAOO!!!”. Percebe-se, em seu grito, a repetição das letras a e o, que indica um som prolongado.
Como o capítulo 1 e os dois primeiros quadrinhos do 2 referem-se à imaginação de Cebolinha, evidenciada pelo contorno em forma de nuvem do requadro, ocorre, então, uma mudança do tópico discursivo. Segundo Fávero et al (1999, p. 37), “tópico é o elemento estruturador da atividade conversacional”.
É interessante ressaltar que nessa historinha, o pensamento é verbalizado, o que difere de uma conversação real, pois não é possível um falante ter acesso aos pensamentos de seu interlocutor. Este fato indica uma característica do texto escrito.
Capítulo 2 - Quadrinhos 1 e 2
No terceiro quadrinho do Capítulo 3, Cebolinha interage com o leitor, dizendo: “já vi que meu novo plano vai por água abaixo!”. Nesta fala, têm-se duas colocações tipicamente orais. A primeira é “já vi que...” e a segunda, “... por água abaixo!”, sendo esta última, considerada uma expressão bastante popular recorrente em uma interação informal. É interessante notar que há duas pequenas nuvens acima da cabeça de Cebolinha, que mostram como ele está nervoso. Nesse caso, o desenho é de extrema importância na compreensão situacional.
Ainda há, no mesmo quadro, o professor de natação, que chama a atenção dos alunos, batendo palmas (expressão corporal) e dizendo: “Muito bem classe!” (pausa evidenciada pelo estreitamento dos balões) “todo mundo na água!”. Sua primeira fala é um marcador conversacional de mudança de tópico, pois, neste momento, o tópico conversacional se volta para a aula de natação, além de funcionar como um marcador para chamar a atenção dos alunos. Marcador conversacional, conforme Urbano (1993, p. 86) afirma, “são elementos que amarram o texto não só como estrutura verbal cognitiva, mas também enquanto estrutura de interação interpessoal”.
Capítulo 3 - Quadrinho 3
O primeiro quadrinho do capítulo 8 apresenta Cebolinha todo machucado por causa dos golpes que Mônica lhe dera enquanto nadava. Nota-se que Cebolinha, apesar do silêncio, interage com a menina, evidenciando seu Turno. Turno Conversacional é definido como “a produção de um falante enquanto ele está com a palavra, incluindo a possibilidade de silêncio” (FÁVERO et al, 1999, p. 35), sendo assim, seu rosto riscado e sem dentes, com a boca torta, além das estrelas acima de sua cabeça indicam que o menino está machucado. Os sinais visuais são suficientes para a compreensão do turno do menino, apesar de seu silêncio. Mônica apenas olha para o amigo e pergunta: “Cebolinha?”, pois, até então, não havia percebido que o estava machucando.
No segundo quadrinho, rapidamente ela pergunta: “Ai meu Deus!! Você está bem?! O que aconteceu?!”. Nessa fala, existe o marcador conversacional “Ai meu Deus!!”, que demonstra a preocupação da menina. Cebolinha responde fazendo um gesto de afastamento para Mônica: “O que aconteceu?! o de semple”. O menino repete a pergunta de Mônica indicando uma atividade de formulação. Com essa repetição, ele ironiza a situação contribuindo para a organização da seqüência narrativa. Percebe-se também, nesse quadrinho, a presença do par adjacente do tipo pergunta-resposta que se caracteriza por organizar localmente a conversação, e por tratar-se de um elemento básico de uma interação.
Capítulo 8 - Quadrinhos 1 e 2
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Através da análise efetuada, torna-se evidente que as características da língua falada manifestam-se no texto escrito das histórias em quadrinhos aliando-se a recursos da escrita e também a recursos visuais. Observou-se, assim, que é impossível descrever a estruturação do texto das HQs, sem que tais elementos sejam considerados, pois, nesse gênero discursivo, as linguagens oral e visual possuem igual importância. Sendo assim, os recursos visuais não verbais da conversação, como os gestos, expressões faciais e corporais são representados através do desenho, transmitindo cada movimento do personagem.
Quanto às características da língua falada, encontraram-se notórios exemplos de marcadores conversacionais, atividades de formulação, como a repetição, pares adjacentes do tipo pergunta-resposta, e estratégias de manutenção do tópico discursivo. É importante ainda ressaltar que, devido à grande variedade de elementos encontrados na história integral, não foi possível discorrer sobre cada um deles, com a mesma profundidade, deixando esse aprofundamento maior para um estudo posterior.
Percebeu-se também que, em um certo momento da história, o personagem Cebolinha interage com o leitor, formulando uma interação inesperada, fazendo com que o próprio leitor se sinta parte da narrativa. Assim, o texto da HQ constitui uma linguagem simples e prazerosa tornando o leitor parte integrante desse mundo.
Diante do exposto, pode-se afirmar que as características da língua falada, aliadas aos elementos visuais específicos das histórias em quadrinhos conduzem a narrativa, construindo um todo que auxilia na compreensão. E, também, percebeu-se que os quadrinistas tentam aproximar as situações, o máximo possível da realidade, explicando assim, o porquê da busca da reprodução de uma conversação espontânea.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSIS, Lúcia Maria de. Crônica: Um caso de dialogismo fala e escrita. São Paulo: UNITAU, 2002. Dissertação de Mestrado.
BAKHTIN, Michail. Os gêneros do discurso. Estética da criação verbal. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes: 1997.
DIONÍSIO, A. P.; BEZERRA, M. A. e MACHADO, A. R. Um gênero quadro a quadro: a história em quadrinhos. In: Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002.
EGUTI, Claricia Akemi. A Representatividade da oralidade nas Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. USP, 2001. Dissertação de Mestrado.
FÁVERO, Leonor Lopes, ANDRADE, Maria Lúcia C. V. O. e AQUINO, Zilda G. O. Oralidade e escrita perspectiva para o ensino de língua materna. São Paulo: Cortez, 1999.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Análise da Conversação. São Paulo: Ática, 1986.
RODRIGUES, Ângela Cecília Souza. Língua Falada e Língua Escrita in PRETI, Dino (org.). Análise de textos orais, 2ª ed., São Paulo: FFLCH / USP, 1985.
SOUSA, Maurício. Cebolinha em o novo plano. Disponível em www.turmadamonica.com.br. Acesso em 26 jul. 2003.
URBANO, Hudinilson. Marcadores Conversacionais. In: PRETI, Dino (org.). Análise de textos orais, 2ª ed. São Paulo: FFLCH / USP, 1985.
Postado pelos blogueiroslendointeragindo
Resgate da cultura Popular
Festa Junina estimula o resgate da cultura popular na Escola Estadual Quinca Franco Durandé M.G, das várias fotos tiradas escolhemos apenas duas que nos chamou a atenção.
Resgate da Cultura popular
Festa Junina
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Festa Junina
Super bacana! Quem escreveu?
ResponderExcluirEveraldo N. Tulher